5 razões pelas quais seu curso será reprovado no MEC

Parâmetros existem por uma boa razão. Ainda assim, atendê-los nem sempre é tarefa fácil, principalmente no âmbito da gestão acadêmica. Nesse sentido, o Ministério da Educação (MEC) instituiu Diretrizes Nacionais Curriculares (DCNs),  que criam parâmetros de avaliação do ensino em instituições educacionais. A intenção é ampliar competências e habilidades específicas em alunos e professores. Neste artigo, você vai entender as 5 razões pelas quais seu curso de Direito será reprovado no MEC para saber o que não fazer. Leia até o final!

1. Não tem NPJ

O Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) é onde os estudantes de Direito podem aplicar a teoria vista em sala de aula. Nesse sentido, o  MEC prevê pelo menos 20% da carga horária do curso de Direito para atividades complementares e de prática jurídica.

Desse modo, faz do NPJ um dos principais pilares do curso de Direito. Por ser um item obrigatório, segundo o Art. 6º da Resolução Nº 5 , a sua ausência pesa muito para a avaliação periódica do MEC.

2. Não oferta visitas orientadas

A princípio, se você escolheu uma profissão, é indispensável saber quais funções pode exercer e os locais onde pode atuar. Assim, as visitas guiadas são uma oportunidade de primeiro contato com instituições jurídicas. Em suma, conhecer tribunais de justiça, delegacias, penitenciárias, o Ministério Público e outros órgãos de assistência judiciária desperta maior interesse no aluno. Bem como, também gera identificação com áreas específicas do direito.

3. Não existe um PPC adequado 

O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) abrange todas as competências, habilidades e valores que serão desenvolvidos por coordenadores, professores e alunos. Dessa forma, ele funciona como um guia estrutural que orienta a formação teórica, prática e profissional.

Um PPC bem estruturado possui práticas jurídicas, atividades complementares, um sistema bem definido de avaliação e outros elementos que incentivam a interdisciplinaridade, a inovação, a internacionalização e o desenvolvimento de competências e habilidades do setor.

4. Não existe um sistema eficiente de avaliação periódica

Não adianta só ter um PPC bem estruturado. Possuir um sistema de avaliação periódica eficiente também é importante para avaliar critérios que podem ser otimizados. Além disso, entender como as coisas estão funcionando na prática é importante para, se necessário, reformular diretrizes e propor mudanças.

5. Falta de incentivo à pesquisa

Em suas DCNs, o MEC ainda prevê o incentivo à pesquisa, ao desenvolvimento da proficiência interpretativa e de outras competências.  Posteriormente, professores e alunos podem desenvolver um carreira no âmbito acadêmico. Ocasionalmente, eles podem se tornar pesquisadores e contribuir para o curso de Direito por meio de debates e do compartilhamento de conhecimento.

Agora você já sabe o que não fazer para ser aprovado no MEC!

Atualmente, a tecnologia é a melhor amiga dos acadêmicos, visto que ela permite a automatização de tarefas e facilita o compartilhamento do conhecimento.

A Bonsae é uma plataforma all-in-one que faz a gestão das práticas acadêmicas e jurídicas de seu curso de Direito e virtualização do NPJ. A plataforma, que foi construída com base nas DCNs fixadas pelo MEC, fornece diagnósticos e relatórios para que o seu curso alcance as melhores notas.

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